É engraçado, não é?
Quando se é novo, só se quer crescer, e depois só se quer voltar a ser criança.
Acho que estou andando pra frente. Ontem ri tanto no jantar, tanto que quase fui feliz de novo. Ouvi uma história muito engraçada sobre uma diretora de criação maluca que fez os funcionários irem trabalhar de pijama. Mas aí lembrei, no meio da minha gargalhada, como eu queria contar essa história para você. E fiquei triste de novo (…) Quase consigo me animar com essa história, mas me animar ou gostar de alguém me lembra você. E fico triste novamente. Eu achei que quando passasse o tempo, eu achei que quando eu finalmente te visse tão livre, tão forte e tão indiferente, eu achei que quando eu sentisse o fim, eu achei que passaria. Não passa nunca, mas quase passa todos os dias.
Tati Bernardi.  
Porque o pouco que a gente tem, parece muito quando se vai.
Céu.      
Ela faz cena, porque sabe que cabemos muito bem no mesmo andar, na mesma hora, no mesmo quarto, na mesma cama, mas nunca na mesma palavra: Nós.
Gabito Nunes.  
Porque era bom e tal. Aliás, meu Deus, como era bom. Mas não era bom pra ficar junto, certo? Então pronto. Chega.
Tati Bernardi.  
Se eu vivo bem sem você, porque eu continuo te olhando? Porque eu sempre volto aqui? Porque eu ouço musicas que falam de tristeza? Por quê? Você não vale isso. Mas eu faço. Eu continuo fazendo.
Tati Bernardi. 

Ainda bem que a gente dorme.

Nada de mal irá te acontecer enquanto eu viver, e nenhum dia se passará sem que eu sinta falta do seu sorriso.
— Malévola   
Nossas digitais não se apagam das vidas que tocamos.
Lembranças.   
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